Arquivo para São Paulo

são paulo non stop

Posted in Genealogias de minhas paixões, listas, relaxing times with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 22/04/2011 by coelhoraposo

Bolinho de risoto no Genésio, passadinha na Livraria da VilaTiê no Auditório Ibirapuera, sanduíche de pernil no BH Lanches, Lúcio Ribeiro e Jägermeister no Beco 203, Pastel na Benedito Calixto, festa bizarra em Higienópolis, Formula 1 na Pão de Ouro, kafta no Halim, caipirinhas mil na festa da laje, almoço indiano no Gopala Hari, Brahma Black na Cervejaria São Jorge (ex-Salve Jorge), sukiyaki fantástico no Sushi-Yassu, Ná Ozzetti no SESC Vila Mariana, coxinha maravilhosa no Veloso, o monstruoso lanche de mortadela no Hocca Bar/Mercado Municipal, visita a Pinacoteca (exposições de Paula Rego e Aleksandr Ródtchenko), filé ao molho de gorgonzola no Empório da Lapa com o tio, cantorias sem fim no Karaokê Samurai, monumental Filé à Parmegiana do  L’Osteria do Piero, pizza na casa dos primos, dancei muito vi a galera dançar muito no Green Express (a maior concentração de gatas de São Paulo. NOT), balada fraquinha no Tapas Club, bolinho de couscous e Espeto de Meca com arroz mediterrâneo no Tanger, Virada Cultural e hambúrguer delicioso na Lanchonete da Cidade… E tudo com as melhores companhias! Até a próxima, São São Paulo, meu amor…

I in U

Posted in apud, Genealogias de minhas paixões, homenagens with tags , , , , on 25/11/2010 by coelhoraposo

Até o dia 26 de dezembro, o CCBB de São Paulo abriga a exposição “I in U/Eu em Tu”, uma extensa retrospectiva da obra da indefinível Laurie Anderson, artista incrível que transita em praticamente todas as mídias: música, fotógrafa, poetisa, artista plástica, vídeo-artista, inventora…

Pra mim, Anderson era somente aquela cantora experimental que tinha lançado um dos álbuns mais interessantes dos anos 1980 e que tinha um quê de Brian Eno. Me refiro aqui a Big Science, álbum que deu projeção mundial ao trabalho dela e que foi um dos casos de sucesso de público e crítica mais surpreendentes tendo em vista o seu experimentalismo musical.

Quando soube de sua exposição, logo me programei para ir vê-la. Aos que tiverem oportunidade, não percam: é IMPERDÍVEL!

Abaixo transcrevo trecho do texto de apresentação da exposição, escrito pelo curador Marcello Dantas, que tenta definir em algumas palavras a artista Laurie Anderson:

Transitoriedade, o estado de movimento permanente, destinado a nunca chegar, sempre em deslocamento. Transitoriedade de espaço, de tempo, de suporte, se origem, de destino. Laurie Anderson é a grande artista da transitoriedade em nosso tempo.

Lá e cá, aquilo e isso, quando uma definição cercava sua criatividade, ela imediatamente já se colocava em outro terreno. Laurie Anderson criou uma categoria para si mesma, uma categoria definível como o estado de permanente mutação. Sua arte de transforma em diferentes mídias com a mesma suavidade com que sua voz muda de tons. Mas Laurie é, na verdade, uma criadora da mais ancestral forma de arte, uma contadora de histórias. (…)

Trecho inicial de “Em Trânsito – Laurie Anderson e a mão dupla do tempo”, de Marcello Dantas

Uma fofoquinha básica sobre Laurie Anderson que só soube há pouco: ela é casada com Lou Reed desde 2008 mas vivem juntos há muito tempo. Definitavamente uma prova de que essa de opostos se atraem é a mais pura balela.

 

make it wit chu

Posted in musique non stop, relaxing times with tags , , , , , , , , on 08/10/2010 by coelhoraposo

Amanhã parto rumo a Buenos Aires. O objetivo primordial responde por cinco letras Q – O – T – S – A. Como o show dos californianos só é quarta-feira (antes eles tocam no “Woodstock brasileiro” e eu já estou bem velhinho para rolar na lama), aproveitarei para conhecer a cidade portenha, assistir a um jogo portenho no La Bombonera torcendo ao lado de “La Doce” (a torcida do Boca Juniors), conhecer portenhas, beber vinhos portenhos… Não, vinho não é minha onda, por isso comprarei algumas garrafas de Macallan no Duty Free. Tudo isso, oferecimento de minha hostess Luanda, queridíssima!

Volto ao Brasil na quinta-feira, dia 14, onde ficarei por alguns dias em Sampa para rever amigos e meu tio, comprar a Caixa Preta com a obra integral do nego dito Itamar Assumpção (já que o show de lançamento no SESC Pompéia eu não consegui ingressos…) e me esbaldar ao som de Air, Jamiroquai, Bajofondo Tango Club e otras cositas mas no Festival da Natura!

Enfim, fujo da Dilma, do Serra, do Agnelo, do Tirirca, do casal Roriz (ou “casal 20”), do maior esquema de compra de votos já visto e do Vanderlei Luxemburgo.

Quando voltar prometo contar tudo, o que provavelmente não cumprirei. Mas também prometo terminar a quase infindável lista dos 25 álbuns que mudaram (meu) mundo (falta publicar as partes 4 e 5, além das mênções honrosas e do álbum hors-concours).

T-chau!

Enquanto isso, deixo você com Josh Homme e companhia: QUEENS OF THE STONE AGE!!!