sobre a canalha

Em tempos de discussão sobre o Marco Civil da Internet (que não é a minha área. Para aprofundar-se no tema, indico o excelente blog de Paulo Rená, o Hiperfície), cometi um ato de autocensura e substituí a postagem escrita ontem sob o mesmo título desta. Explico-me: minha metralhadora giratória estava carregada de todas as mágoas, decepções e frustrações acumuladas nestes últimos anos…

Mas enfim, não me estenderei aqui sobre a sordidez generalizada, a corrupção endêmica e a incompetência sistêmica que assolam a nossa sociedade. Fica pra quando eu for menos frouxo e estiver disposto a arcar com as consequências de minhas opiniões.

E a mesma frase do Cioran que utilizei como epígrafe de uma postagem passada continua martelando na minha cabeça: “Sou um terrorista vergonhoso: ainda não pus uma bomba em minha alma”.

Ainda bem que para momentos de fundo do poço como este, sempre se pode recorrer a Walter Franco e seu grito primal…

Uma resposta to “sobre a canalha”

  1. Andrea Says:

    Fiquei querendo ler o texto que você retirou e ouvir a música do Walter Franco, mas essa eu posso escutar quando chegar em casa.
    Fica bem.
    Beijos.

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