Горан Бреговић Брега*

O show do Franz Ferdinand em março foi muito bom, apesar do local ter sido muito ruim (sobre a apresentação do quarteto escocês leia aqui). Já em Toronto, Orchestrion do Pat Metheny foi muito legal. Them Crooked Vultures foi fantástico, principalmente por ver in loco Josh Homme, Dave Grohl e John Paul Jones. Já LCD Soundsystem foi um excelente show, pena que não estava com cabeça, companhia (Erica não pode ir por causa do trabalho) ou ânimo para apresentação da banda de James Murphy.

Mas, genial mesmo foi o espetáculo – e só definindo assim – de Goran Bregovic & The Weddings and Funerals Orchestra que assisti hoje na festa de encerramento do Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília. Quem foi, foi. Quem não foi, perdeu. Perdeu muito! Inesquecível. Um dos melhores shows que já vi, se não foi o melhor! Emir Kusturica está certíssimo em ter em Bregovic a mesma parceria que um Fellini teve com Nino Rota, David Lynch com Angelo Badalamenti, Truffaut com Georges Delerue, para citar só alguns do mais importantes casamentos entre cinema e música.

Brega? Só no nome porque o som é a coisa mais vanguardista que já ouvi em muito tempo…

*Goran Bregović Brega, no alfabeto cirílico sérvio

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