banho de loja
Há muitos anos que meu hobby favorito é me perder numa loja de discos. Sempre fui um rato de sebo. Quem me conhece, sabe que sou um apaixonado por música e discos em vinil. Nesta nova visita ao Canadá não foi diferente. Tive que comprar outra mala praticamente só para guardar os discos que trouxe de lá. E ao contrário de antes, quando comprava vorazmente, optei só pelo crème de la crème, mesmo assim foi um bocado de coisa que trouxe das andanças por Montréal (lojinha do Festival de Jazz e a Cheap Thrills) e Toronto (a finada Criminal Records, a monumental Sonic Boom, a aconchegante Kops Records e outras que fui conhecendo na companhia da queridíssima Erica).
Enfim, esses bolachões e esses cd’s dizem muito sobre mim e estou muito feliz em tê-los comigo! (O que me lembra que preciso URGENTEMENTE trazer meus discos de Manaus, onde encontram-se em situação de armazenamento deplorável. Qualquer dica de transportadora será bem vinda.) Mas então, eis o que trouxe:
- Aux Armes Et Cætera, Serge Gainsbourg – mesmo eu, que tenho sérias restrições ao reggae, adoro…
- Bonnie And Clyde, Serge Gainsbourg – Bardot + Gainsbourg = <3
- Curtis, Curtis Mayfield – depois de conhecer através de um cd de banca de revista, enfim o original LP do fenomenal álbum de Mayfield
- Ethio Jazz, Mulatu Astatke – tava mais do que na hora de conhecer Mulatu Astatke…
- Histoire de Melody Nelson, Serge Gainsbourg – ah, melody…
- In Rainbows, Radiohead – tá na hora de conhecer radiohead de verdade, né?
- Initials B.B., Serge Gainbourg – clássica compilação de Gainsbarre
- Jane Birkin/Serge Gainsbourg, Serge Gainsbourg – para além de je t’aime… moi non plus
- My Life in the Bush of Ghosts, Brian Eno + David Byrne – <3 <3 <3
- New Skin For The Old Ceremony, Leonard Cohen – pra mim, disparado o melhor de Cohen
- Picnic Suite, Claude Bolling/Alexandre Lagoya/Jean-Pierre Rampal – sempre gostoso de ouvir os discos do Bolling
- Red Hot + Rio 2, vários – para fazer par ao Red Hot + Rio de 15 anos atrás…
- Roots, Curtis Mayfield – outro clássico de Curtis
- Shaft, Isaac Hayes – Who is the man that would risk his neck for his brother man? (Shaft!)
- Superfly, Curtis Mayfield – um dos raros momentos em que a trilha-sonora é infinitamente mais importante que o filme em si
- Talking Book, Stevie Wonder – provavelmente o melhor álbum de Stevie Wonder
- Tecnicolor – Os Mutantes – porque Mutantes é Mutantes, saca?
- The Perfect Jazz Collection – Vols. 1 e 2 – coleção de 50 cd’s com 50 álbuns fundamentais da história do jazz de A a Z – ampliados, remasterizados e tudo por uma pechincha!
- The Revolution Will Not Be Televised, Gil Scott-Heron – grata surpresa
- Unknown Pleasures, Joy Division – até então, um prazer desconhecido pra mim
- Voltaic, Björk – álbum ao vivo da tournée do Volta, mas não registra shows, mas sim os ensaios impecáveis da islandesa
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Esta entrada foi publicada em 26/07/2011 às 20:36 e está arquivada como estante, musique non stop com as tags Björk, Brian Eno, Brigitte Bardot, Cheap Thrills, Claude Bolling, Criminal Records, Curtis Mayfield, David Byrne, Gil Scott-Heron, Isaac Hayes, Joy Division, Kops Records, Leonard Cohen, Mulatu Astatke, Mutantes, Radiohead, Red Hot + Rio 2, Serge Gainsbourg, Sonic Boom, Stevie Wonder, The Perfect Jazz Collection. Você pode acompanhar qualquer resposta para esta entrada através do feed RSS 2.0 Você pode deixar uma resposta, ou trackback do seu próprio site.

05/12/2011 às 10:35
[...] de uma loja que havia fechado as portas, a coleção magnífica do SESC de música brasileira , meus preciosos vinis e a coleção de jazz adquiridos recentemente no Canadá e os 18 títulos que comprei do gente fina André Panizza, amigo do amigo Palandi, que [...]